Santa Catarina confirma segundo foco da doença de Newcastle, agora em Coronel Freitas
Novo caso foi detectado dentro da área de restrição montada após o primeiro foco, em uma granja de perus de Nova Itaberaba, no dia 18.
O Ministério da Agricultura confirmou na noite de domingo (25) o segundo foco da doença de Newcastle em Santa Catarina. O caso foi encontrado em uma granja de aves de Coronel Freitas, no Oeste catarinense. A propriedade fica dentro da área de restrição criada depois do primeiro foco, registrado no dia 18 em uma criação de perus de Nova Itaberaba.
Detecção pela vigilância reforçada
O novo caso apareceu durante a vigilância intensificada na região. O Serviço Veterinário Oficial abriu investigação epidemiológica, adotou medidas de contenção e começou o sacrifício sanitário das aves da granja. Como as duas propriedades ficam próximas, o perímetro de restrição precisou só de um pequeno ajuste, segundo o ministério.
Pombos não contam como foco
O governo também confirmou o paramixovírus aviário tipo 1 em pombos encontrados fora da área de emergência. Pelas regras da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), esse registro não é considerado foco de Newcastle e não se confunde com o caso em aves comerciais.
Reflexos no comércio
Santa Catarina é um dos principais polos da avicultura brasileira. Desde o primeiro caso, Malásia e México suspenderam as compras de produtos avícolas de todo o Brasil, enquanto China, Chile e Arábia Saudita restringiram apenas produtos catarinenses. Até a divulgação do comunicado oficial, não havia anúncio de novas barreiras por causa do segundo foco.
Fontes: Pecuária.com.br (26/10/2026) e Agrolink (26/10/2026), com informações do Ministério da Agricultura. Texto reescrito pela redação do Pecuária Agora.
Imagem de destaque: Peru doméstico em criação. Foto: Dmitry Makeev, via Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0). Imagem ilustrativa, não registrada no local dos fatos.
